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No dia em que a morgue do Hospital de Gaia ficou lotada, Rui Guimarães, pensou colocar um camião frigorifico à porta do Hospital para chamar a atenção das pessoas para o perigo da COVID-19. Assume que houve semanas assustadoras, mas explica que a dedicação de todos possibilitou adaptar os circuitos e as rotinas hospitalares. Admite que podiam ter actuado mais cedo, mas as pessoas estavam descomplexadas, tal como está a acontecer em Lisboa. Houve momentos de perda da racionalidade e revela que todas as pessoas estão, actualmente, exaustas do trabalho, do confinamento e do vírus.

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